A Vasp ganhou o concurso de três milhões de euros lançado pelo governo para a assegurar a distribuição de jornais em áreas de baixa densidade populacional, noticiou o Expresso.
De acordo com o resultado preliminar, a empresa de Marco Galinha conseguiu arrecadar os dois lotes previstos no concurso: Norte e Centro e o Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve, com o valor de 2,3 milhões de euros de oferta, quando o preço base do governo estava fixado nos 3,08 milhões de euros.
“Este valor é significativamente inferior ao limite que, em novembro de 2024 e com base em informação prestada pelo operador incumbente [Vasp], ficara previsto no Plano de Ação para a Comunicação social, que era de 3,5 milhões por ano, ou seja, 10,5 milhões por três anos“, lembrou o governo, questionado pelo ECO. Houve assim uma “poupança” de 78% em relação às projeções iniciais de custos estimados para garantir o serviço público de acesso a informação periódica em todo o território nacional.
A Flash Pergaminho, empresa que surgiu para concorrer com a Vasp, fica assim de fora do negócio da distribuição de jornais – pelo menos para já.
Os resultados terão sido comunicados aos concorrentes na quinta-feira passada, iniciando-se o período de pronúncia dos mesmos em relação ao concurso. Seguem-se depois a aprovação do relatório final, a adjudicação definitiva e a celebração dos contratos.
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